Já falamos, anteriormente, sobre a abertura da famosa estrada de Minas Novas à antiga Vila de Filadélfia (hoje a cidade de Teófilo Otoni), que foi aberta pelo fundador desta cidade que tem o seu nome como justa homenagem.
Logo depois falamos sobre a chegada, à cidade de Minas Novas, do primeiro caminhão que adentrou as pedregosas ruas sendo conduzido pelo “chouffer” Manoel Cristianismo Costa, no início do século passado.
Hoje, dando continuidade à “Saga dos Caminhões”, falaremos de outros pioneiros a quem devemos boa parte do que podemos chamar de progresso em nosso pobre município.
O CARRO ANFÍBIO DO PADRE WILLY
Depois da partida do único caminhão que havia na cidade, de vez em quando surgia a figura de algum cometa, de um cigano ou de eventual cobrador de impostos, vindos quase sempre em automóveis antigos que estavam sendo descartados lá nos grandes centros urbanos.
O próprio Dr. Chico, tendo ficado 15 anos como interventor municipal, tinha a seu serviço um Ford 1929 que, terminado o período ditatorial do Governo Vargas ficou abandonado por muito tempo, apodrecendo debaixo do porão da casa das Cavalhadas e depois, como sucata, jogado nun canto do páteo da prefeitura. De vez em quando era essa furreca colocada em funcionamento, lá no seu estaleiro, por José Maria Badaró ou Antônio da Usina, seu antigo chofer, até que fosse vendido a um comprador de ferro-velho que deve tê-lo repassado, com bons lucros, a algum colecionador de antiguidades.
O próprio Dr. Chico, tendo ficado 15 anos como interventor municipal, tinha a seu serviço um Ford 1929 que, terminado o período ditatorial do Governo Vargas ficou abandonado por muito tempo, apodrecendo debaixo do porão da casa das Cavalhadas e depois, como sucata, jogado nun canto do páteo da prefeitura. De vez em quando era essa furreca colocada em funcionamento, lá no seu estaleiro, por José Maria Badaró ou Antônio da Usina, seu antigo chofer, até que fosse vendido a um comprador de ferro-velho que deve tê-lo repassado, com bons lucros, a algum colecionador de antiguidades.
Aparecia também, de vez em quando, a visita da jardineira de Germano e depois o ônibus do velho Vicente Faria, sendo que o transporte de mercadorias continuava a se fazer em lombos de animais de carga, pois as estradas - ou melhor, os carreiros - que existiam não permitiam que se arriscassem o trânsito de caminhões.
Depois da Segunda Guerra, um dia a cidade acordou com o barulho de um carro que vinha rompendo os penhascos do Buriti e já ameaçava descer o Morro da Contagem. Por volta do meio-dia, de longe avistava-se a poeira, a fumaça e o ronco estranho de um veículo motorizado rompendo os penhascos, locomovendo-se ruidosamente por entre os arbustos secos, quebrando galhos e rasgando barrancos, até chegar à beira do então caudaloso Fanado.
Todos estavam apreensivos, pois através dos poucos receptores de emissoras de rádio que havia na cidade, ouvia-se ainda dizer da referida guerra que destruía o mundo, lá pelas bandas da Europa.
E ficaram todos apavorados e atentos com a possibilidade de ser aquela terrível guerra que estava lhes chegando, afinal na nossa cidade. E muito mais assustados ficaram quando viram o motorista, um jovem de pele muito clara e vasta cabeleira loura, no comando daquele seu incrível jeep, que tendo chegado à beira do Rio Fanado, quando não havia ponte ou pontilhão e mesmo assim avançar pelas areias da praia e rompendo a correnteza, atravessar o Poço da Barra como se o carro fosse um pequeno navio.
E ficaram todos apavorados e atentos com a possibilidade de ser aquela terrível guerra que estava lhes chegando, afinal na nossa cidade. E muito mais assustados ficaram quando viram o motorista, um jovem de pele muito clara e vasta cabeleira loura, no comando daquele seu incrível jeep, que tendo chegado à beira do Rio Fanado, quando não havia ponte ou pontilhão e mesmo assim avançar pelas areias da praia e rompendo a correnteza, atravessar o Poço da Barra como se o carro fosse um pequeno navio.
Para surpresa geral, aquele inusitado veículo trazia para Minas Novas um jovem estrangeiro, com seu estranho linguajar que denotava, ao mesmo tempo, vigor, alegria e ansiedade em estar aportando em um novo mundo. Era ele um padre novo, que assim sem avisar e de abrupto, chegava para cumprir sua missão religiosa sem trazer consigo qualquer designação, portando apenas as credenciais de missionário religioso que poderia apresentar-se em qualquer parte do país em que desejasse se estabelecer como sacerdote secular, isto é, desvinculado de qualquer ordem religiosa tradicional no Brasil. Portanto, não estava sendo aguardado na paróquia, sendo uma surpresa que a todos encantava de vez que há muito tempo que não havia um vigário residente na cidade, isto desde a morte do Cônego Barreiros.
Até esse tempo as missas eram celebradas apenas por ocasião da passagem de algum padre, pela cidade, ou quando da missão pastoral do bispo de Araçuaí, em suas esporádicas visitas.
Nesse tempo já se constatava que a velha política comandada pelo carranciscmo local não era muito favorável à permanência, na cidade, de pessoas estranhas e cultas que ficassem dando palpite errado na administração do município. E, sendo esta a mentalidade dominande, assim foi que se inviabilizou a permanência de vários religiosos, a exemplo de muitos como o padre Pedro de Herédia, com o Padre Otaviano, além de muito outros e até mesmo com o padre José do Sacramento, este um dos poucos religiosos negros, daquela época, que se ordenara em Mariana e que, em razão de problemas ligados aos costumes de então, era ele obrigado a morar na Vila de Chapada, embora fosse o titular da Paróquia de São Pedro, que se localizava na sede do município.
Nesse tempo já se constatava que a velha política comandada pelo carranciscmo local não era muito favorável à permanência, na cidade, de pessoas estranhas e cultas que ficassem dando palpite errado na administração do município. E, sendo esta a mentalidade dominande, assim foi que se inviabilizou a permanência de vários religiosos, a exemplo de muitos como o padre Pedro de Herédia, com o Padre Otaviano, além de muito outros e até mesmo com o padre José do Sacramento, este um dos poucos religiosos negros, daquela época, que se ordenara em Mariana e que, em razão de problemas ligados aos costumes de então, era ele obrigado a morar na Vila de Chapada, embora fosse o titular da Paróquia de São Pedro, que se localizava na sede do município.
E aquele padre moderno que chegava naquela condução estranha, parecia ser, além de um jovem atlético, bem apessoado, alegre e destemido, um aventureiro atrevido que se apresentava metido em uma folgada batina branca, muito diferente daquelas tradicionais soitanas pesadas, as batinas negras com as quais se lembravam ver os antigos sacerdotes seculares, muito bem disposto a enfrentar os obstáculos que nem mesmo imagina que haveria de se deparar a partir daquela chegada.
E viram todos os curiosos que se tratava de um padre, somente depois da observação que lhes fizera um antigo garimpeiro, o velho Orestes Alemão, o único cidadão ali presente que soube traduzir e entender aquele palavreado dificultoso com o qual o agitado e desengonçado religioso se esforçava para se fazer entendido, ao se aproximar da multidão.
E viram todos os curiosos que se tratava de um padre, somente depois da observação que lhes fizera um antigo garimpeiro, o velho Orestes Alemão, o único cidadão ali presente que soube traduzir e entender aquele palavreado dificultoso com o qual o agitado e desengonçado religioso se esforçava para se fazer entendido, ao se aproximar da multidão.
Feitas as apresentações, quando todos já voltavam para casa, o jovem subiu o morro da Rua da Barra, tendo ao lado, dentro do seu curioso veículo, a companhia de seu providencial intérprete, um garimpeiro pinguço que já residia na cidade por algum tempo e que ficara nesse local atrasado, no tempo e no espaço, desde os tempos da mineração, pelo que, em decorrência do marasmo não tinha ele outra ocupação, como serviço, a não ser o de consertar tachos, alambiques e fazer pequenos reparos em relógios, armas de fogo, máquinas de costura e em alguns dos poucos engenhos de moenda de ferro que ainda existia na região.
Fizeram amizade e o padre confessou ser filho de uma rica família, lá da Bélgica e que, àquela altura da política mundial, por não concordar com o poder opressor de Hitler, estava vindo para o Brasil, tendo conseguido a proteção das autoridades européias que lhe providenciaram o benefício de optar sair da França, onde se ordenara sacerdote, para seguir como missionário da Legião de Estrangeiros em qualquer outro local, bem longe do Velho Continente.
E ele, cheio de sonhos, corajoso e determinado, conseguiu chegar ao Brasil, na condição de foragido, escolhendo para trabalhar numa região que fosse reconhecidamente a mais carente entre todas do país.
Foi assim que, por intercessão do Dr. Bevillacqua, político que era o diplomata encarregado dos serviços especiais de imigração, escolhera para se instalar no município de Minas Novas a singular figura de Wyllhamus Joannes Leliveld, que viria a se popularizar como Padre WILLY, o qual estaria completando 57 anos de vida brasileira se, infelismente, não tivesse falecido rescentemente lá na Vila de Leilivéldia, em seu humilde patronato de menores, próximo à Hidrelétrica de Irapé.
Esse padre fogoso e atrevido ao chegar ao Brasil,começou a revirar o município de Minas Novas com seu jeep maluco, no qual ia a qualquer grota, levando o não menos maluco Orestes, que aqui -por milagre ou coincidência - encontrou como um compatriota que no início lhe foi muito útil, mas com o qual vivia em constante atrito pelo fato de ser muito mulherengo, jogador e viciado em bebida, mas ao qual, mesmo assim se afeiçoara e o protegia.
O danado do jeep era movido a gasolina, com querosene misturado à cachaça ou ao óleo diesel, até que o velho garimpeiro de nome Orestes, acostumado que já estava com as improvisações desde o tempo de garimpo, providenciou-lhe um curioso engenho que permitia que o tal veículo, além de anfíbio e multiflex - já naquela época - também funcionasse movido a gasogênio, a partir da combustão de carvão vegetal, numa caldeira móvel que foi engenhosamente adaptada na sua traseira. E o tal engenho fazia o carro andar e, quando este estava estacionado, gerava a luz da igreja e das capelas por onde o padre ia celebrar as missas.
E o povo humilde, diante dessa novidade, começou a ficar em delírio com a atuação desse religioso, de tanta bondade, coragem e disposição para trabalhar e ensinar tudo que sabia que fosse em benefício do lugar. Esse padre, em suas andanças pelas capelas da zona rural e pelos distritos, pregava a paz, dizendo dos horrores da guerra que ele próprio assistiu lá nos campos da Alemanha e da Itália.
Esse piedodo padre, em suas andancas pelo Vale do Jequitinhonha, pregava contra a violência e, o que era mais importante para o povo e muito grave para as autoridades locais que já o olhavam com maus olhos, mostrava-se irritado e visivelmente indignado com a pobreza do povo da região, pelo que tudo procurava fazer, sempre esbarrando no pouco apoio que recebia, no esforço para minorar aquele tradicional sofrimento.
Esse piedodo padre, em suas andancas pelo Vale do Jequitinhonha, pregava contra a violência e, o que era mais importante para o povo e muito grave para as autoridades locais que já o olhavam com maus olhos, mostrava-se irritado e visivelmente indignado com a pobreza do povo da região, pelo que tudo procurava fazer, sempre esbarrando no pouco apoio que recebia, no esforço para minorar aquele tradicional sofrimento.
Movido pela sua fé de homem bem formado e solidário, procurou então o socorro que pretendia na prefeitura e na Santa Casa, os únicos lugares, que no seu entendimento de homem culto e justo, sabia serem os locais onde haveria de encontrar o apoio, pois seria também o dever dos dirigentes locais acudir o povo.
Aquelas autoridades, porém, declinando-se dessa responsabilidade e vendo-se acuadas com a insistência do padre indignado, cuja coragem o permitia agir incisivamente como questionador, passaram a taxá-lo de comunista e assim o denunciaram às autoridades, naquela época, sob o regime de Getúlio Vargas.
Aquelas autoridades, porém, declinando-se dessa responsabilidade e vendo-se acuadas com a insistência do padre indignado, cuja coragem o permitia agir incisivamente como questionador, passaram a taxá-lo de comunista e assim o denunciaram às autoridades, naquela época, sob o regime de Getúlio Vargas.
O padre Willy, via desses fatos, foi preso e seus bens foram confiscados, inclusive o inusitado jeep que foi entregue à polícia que a ele deu destino ignorado.
Provada a sua inocência, pela intervenção do Dr. Miltom Campos e do Brigadeiro Eduardo Gomes, o jovem padre, que era muito decidido, desejou voltar para Minas Novas ou Turmalina mas o bispo de Araçuaí – um religioso já decadente e que era dominado e controlado pelas forças políticas dos coronéis coligados da região – determinou que ele ficasse bem longe dessas cidades, muito embora tendo ele adquirido, então, com seus próprios recursos vindos lá da Holanda, uma grande extensão de terras localizadas na Chapada de São Domingos, na localidade então conhecida como Lamarão, entre Berilo e Virgem da Lapa, para ali se mudou o Padre Villy, fundando uma escola estadual e um patronato para menores.
Durante muitos anos o Padre Willy foi proibido de celebrar seus cultos religiosos por ter sido suspenso das ordens eclesiáticas, sofrendo todo tipo de opressão e calúnias por parte de vários políticos da região que o detestavam e dele queriam distância. Contudo, sempre pregou o trabalho honesto, a luta pela educação e pela justiça, a fé e a caridade, o amor pela gente humilde e pelo Brasil, país que o acolheu - depois de muita luta nesse sentido - como cidadão naturalizado.
Foi um pioneiro e um baluarte pelo desenvolvimento de toda a região do médio Jequitinhonha, tendo participado da fundação de várias comunidades, hoje já emancipadas, como Angelândia, antes pertencente ao município de Capelinha, Veredinha, que fazia parte do município de Turmalina, José Gonçalves de Minas, antes denominado de Cangorras e que integrava o município de Berilo, assim como Jenipapo de Minas, nas margens do Setúbal, antes fazendo parte do município de Francisco Badaró, sem se falar nas diversas povoações como o próprio distrito de Lelivéldia, onde morreu e está o seu corpo sepultado, Catugi, Leme do Prado, Santa Rita e Cruzinha, localidades onde se fazia presente, como padre, mesmo contrariando as determinações da diocese que nenhum interesse demonstrava ter pela evangelização dos moradores dessas distantes freguesias.
Durante muitos anos o Padre Willy foi proibido de celebrar seus cultos religiosos por ter sido suspenso das ordens eclesiáticas, sofrendo todo tipo de opressão e calúnias por parte de vários políticos da região que o detestavam e dele queriam distância. Contudo, sempre pregou o trabalho honesto, a luta pela educação e pela justiça, a fé e a caridade, o amor pela gente humilde e pelo Brasil, país que o acolheu - depois de muita luta nesse sentido - como cidadão naturalizado.
Foi um pioneiro e um baluarte pelo desenvolvimento de toda a região do médio Jequitinhonha, tendo participado da fundação de várias comunidades, hoje já emancipadas, como Angelândia, antes pertencente ao município de Capelinha, Veredinha, que fazia parte do município de Turmalina, José Gonçalves de Minas, antes denominado de Cangorras e que integrava o município de Berilo, assim como Jenipapo de Minas, nas margens do Setúbal, antes fazendo parte do município de Francisco Badaró, sem se falar nas diversas povoações como o próprio distrito de Lelivéldia, onde morreu e está o seu corpo sepultado, Catugi, Leme do Prado, Santa Rita e Cruzinha, localidades onde se fazia presente, como padre, mesmo contrariando as determinações da diocese que nenhum interesse demonstrava ter pela evangelização dos moradores dessas distantes freguesias.
Para garantir a posse e a preservação de suas terras, demandou com bravura contra grupos poderosos, como o "coronel" Benjamim Figueiredo, aventureiro que se investia como grileiro e protegido pela Ruralminas, contra as mineradoras, contras as empresas de reflorestamento, contra as madeireiras, contra as carvoeiras, contra os prefeitos e políticos importantes da redondeza que lhe eram adversários - em razzao dessa sua visao ecologica e humana - quando, durante todo esse tempo, desde que vinha insistindo com o seu amigo governador Magalhães Pinto sobre a necessidade de construir uma grande barragem no Rio Jequitinhonha, não só para possibilitar a geração de energia elétrica, mas também para resolver o problema da seca e para irrigar as produtivas chapadas que ele idealizava, as quais, segundo ele, não deveriam e não poderiam ser desperdiçadas para o plantio de eucalipto, mas sim destinadas à produção de alimentos para matar a fome do sofrido e abandonado povo.
Foi através dos esforços do Padre Willy, de sua visão de homem inteligente e bondoso, do seu idealismo, seu arrojado desprendimento pessoal, com a sua insistência junto ao Governo Estadual, com seu prestígio e amizade, com sua incrível liderança e coragem, que granjeou de vários políticos importantes como Magalhães Pinto, Miltom Campos, Pedro Aleixo e José Maria de Alkmim, através dos quais garantiu que grande parte da Mata da Acauã fosse preservada. Foi dele a idéia, com o incentivo dos amigos e correligionários, lideranças políticas como Dona Celuta de Figueiredo Costa e Waldemar César Santos, que em Minas Novas o acolhiam e lhe assessoravam, sendo a bondosa Dona Celuta a sua primeira professora de português a lhe encaminhar pelas fileiras da gloriosa UDN, para que fosse incorporada aquela reserva natural, pelo Estado, sendo aqueles terrenos rurais, onde hoje existe uma bem localizada comunidade, no município de Leme do Prado, transformado na Unidade de Proteção Ambiental e Reserva Biológica que continua sob o controle da EPAMIG.
E uma das conquistas mais importantes para a região, sem dúvida alguma, é a Hidroelétrica de Irapé, um sonho do Padre Willy que se tornou uma realidade ainda a tempo desse grande brasileiro naturalizado assistir a inauguração, com muito orgulho e júbilo, pouco tempo antes de seu falecimento e de seu concorrido enterro no mausoleu construído ao lado da igreja localizada no seu querido distrito de Leliveldia, que tanto desejou ver emancipado como novo município.
E uma das conquistas mais importantes para a região, sem dúvida alguma, é a Hidroelétrica de Irapé, um sonho do Padre Willy que se tornou uma realidade ainda a tempo desse grande brasileiro naturalizado assistir a inauguração, com muito orgulho e júbilo, pouco tempo antes de seu falecimento e de seu concorrido enterro no mausoleu construído ao lado da igreja localizada no seu querido distrito de Leliveldia, que tanto desejou ver emancipado como novo município.
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