ESTA NOITE EU TIVE UM SONHO:
E EU SONHAVA É COM VOCÊ
SE VOCÊ NÃO ACREDITA,
VOU SONHAR PRA VOCÊ VER
O sonho, como todos nós sabemos, é algo bem pessoal, um fenômeno muito íntimo, muito especial, que só ocorre durante o sono e que às vezes é muito confuso, indecifrável, enigmático...
Muitos de nós chegamos mesmo a tentar decifrar os nossos sonhos, procurando nele razões, explicações de fatos passados, esperando com eles prever o futuro...
É muito difícil compreender os sonhos e muitos, ao buscar entendê-los, ficam cada vez mais confusos.
Há sonhos que pensamos serem fatos reais e existem alguns que, tão logo acordamos, tentamos analisá-los, mas deles já nem mais lembramos o menor detalhe.
Existem, também, pessoas que têm sérias dificuldades, e até traumas, ao lidar com seus sonhos e pesadelos.
Outros existem que nem mesmo sonham.
Compartilhar um sonho significa desejar viver com outrem algo de bom que se almeje, que se espera alcançar algum dia e, neste caso, o significado de "sonhar" assume outras paragens e dimensões.
No entanto a singeleza, o primor e o encanto do cancioneiro popular, a sabedoria simples do povo se revelam no folclore, quando o sonho fica bem próximo da realidade.
E é preciso que se preserve essa riqueza, para que se realizem proezas mágicas e milagres poéticos, os mais inusitados...
E... assim sendo, em dias de festas em louvor a Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de Minas Novas, quando estiver andando pelas ladeiras dessa histórica cidade, não se assuste quando uma foliã dançante, em trajes domingueiros, tomar-lhe as mãos, levando-o a entrar na roda de um mangangá, cantando os refrões como os que nele se afirmam ser possível viver sonhos e fantasias, sonhar acordados, repetir sonhos e repartir o amor e o carinho simples de um povo alegre e hospitaleiro.
Muitos de nós chegamos mesmo a tentar decifrar os nossos sonhos, procurando nele razões, explicações de fatos passados, esperando com eles prever o futuro...
É muito difícil compreender os sonhos e muitos, ao buscar entendê-los, ficam cada vez mais confusos.
Há sonhos que pensamos serem fatos reais e existem alguns que, tão logo acordamos, tentamos analisá-los, mas deles já nem mais lembramos o menor detalhe.
Existem, também, pessoas que têm sérias dificuldades, e até traumas, ao lidar com seus sonhos e pesadelos.
Outros existem que nem mesmo sonham.
Compartilhar um sonho significa desejar viver com outrem algo de bom que se almeje, que se espera alcançar algum dia e, neste caso, o significado de "sonhar" assume outras paragens e dimensões.
No entanto a singeleza, o primor e o encanto do cancioneiro popular, a sabedoria simples do povo se revelam no folclore, quando o sonho fica bem próximo da realidade.
E é preciso que se preserve essa riqueza, para que se realizem proezas mágicas e milagres poéticos, os mais inusitados...
E... assim sendo, em dias de festas em louvor a Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de Minas Novas, quando estiver andando pelas ladeiras dessa histórica cidade, não se assuste quando uma foliã dançante, em trajes domingueiros, tomar-lhe as mãos, levando-o a entrar na roda de um mangangá, cantando os refrões como os que nele se afirmam ser possível viver sonhos e fantasias, sonhar acordados, repetir sonhos e repartir o amor e o carinho simples de um povo alegre e hospitaleiro.
Nota- Tenho, por obrigação, deixar consignado e bem claro que a coleta das letras, das músicas e das diversas maneiras de se dançar o “nove”, o “mangangá”, o “beira-mar”, o “caboclo”, e tantas outras manifestações folclóricas que aqui me refiro, só se tornou possível graças à linda memória e à facilidade de expressar-se e de interpretar, como verdadeira artista, que ela realmente é, uma das mais virtuosas que conheço, modéstia à parte, a minha mui querida irmã Conceição Mota (Sãozinha de Zé Durval), cuja participação neste trabalho a mim muito me honra, envaidece e, em razão dessa sua tão importante contribuição, eu rendo-lhe, aqui, o meu maior preito de gratidão.
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