DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA ASCOFAN
(ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA FANADEIRA)
Acróstico: SÃO FRANCISCO
Simplicidade - Sendo o trabalho uma maneira de orar e de servir ao Criador da Natureza, na expressão do belo, da alegria, da felicidade e do amor ao próximo, uma necessidade intrínseca ao ser humano, assumimos esta missão como um tributo à vida. Ao iniciar a nossa jornada, como uma fervorosa oração, passemos à reflexão sobre nossos compromissos e à contemplação dos bons exemplos legados pelos antepassados e grandes líderes da humanidade, a exemplo de São Francisco , a quem nomeamos como padroeiro da ASCOFAN e dos CTF. Na expressão mais que simples deste acróstico, nossos esforços serão reflexo da alma do sertanejo esperançoso que se apega à fé, à solidariedade, ao cooperativismo, à dedicação e ao amor à sua comunidade e aos conterrâneos, desejando agir sempre com presteza, humildade, honestidade, firmeza, perseverança, simplicidade na arte, nas palavras e nas ações.
Amor – Nosso padroeiro São Francisco de Assis - pregou o amor total. Assim, não nos devemos afastar deste ensinamento: Amor ao próximo, à nossa arte, mas também ao conjunto de objetivos da ASCOFAN. Em outras palavras, fidelidade à nossa agremiação.
Ordem - Sem ordem, disciplina, responsabilidade – de dirigentes e sócios- não poderá haver progresso, segurança e paz. Faremos tudo para manter esta ordem, a fim de que possamos atingir nossos objetivos, elevando culturalmente o meio social em que vivemos.
Fraternidade - Todas as religiões pregam a fraternidade. O “pobrezinho do Assis”, ao fundar a sua Ordem, denominou seus companheiros de “Irmãos”. Nós que recebemos de Deus o dom da organização, da sociabilidade e da cidadania, mais do que ninguém, devemos ser, verdadeiramente, Irmãos Solidários. Mas sem esquecer que a Bondade deve ser justa, o Perdão sem humilhações e a Tolerância sem fraqueza, nesta associação que devemos cuidar como se fosse uma religião.
Renúncia – A Renúncia pode ser resumida em não querer tirar proveito da Associação para si, mas ao contrário, em dar algo de si para a mesma.
Autenticidade - Se desejamos fazer parte de uma comunidade devemos ser autênticos. E autenticidade exige lealdade, cooperação e trabalho.
Neutralidade - A ASCOFAN tem finalidades definidas. Dentro de nossa Associação, os sócios devem abster-se de debates políticos e religiosos. A neutralidade deve ser compreendida, também, no sentido de isenção e imparcialidade, em nossos trabalhos de direção e julgamento.
Comunicabilidade - Se o amor às artes, ao artesanato, ao folclore, ao patrimônio histórico, às tradições e à cultura em geral, tendo no Estudo da Literatura, da Música e Poesia o gênero mais comunicativo, nós, Lutadores pelos ideais de uma sociedade mais culta devemos também cultivar a comunicabilidade não só entre nós da ASCOFAN, mas também, com a sociedade que nos cerca.
Idealismo – Temos um Ideal em comum. Ideal simples de espiritualidade e de beleza. Na conquista deste Ideal devemos trabalhar com fé e, também, com dinamismo e perseverança.
Sinceridade – Se a todos os empreendimentos elevados é indispensável a sinceridade, nós, como trabalhadores, pais, agentes da cultura, artesãos, lavradores, artistas populares, mestres e alunos, em nossas atividades repudiamos a mentira, a deslealdade, a intriga e a má fé.
Controle – Os dirigentes devem saber controlar, com habilidade e segurança, o setor que lhes foi dado para dirigir, zelando pela disciplina, pois dessa atuação, é que decorrem a uniformidade, a unidade e força de nossa Agremiação.
Obediência - Obedecer não é humilhante. Há na vida de nosso Padroeiro a lição:- ”Quem sabe obedecer, aprendeu a vencer-se e a triunfar”. A liberdade não afasta os princípios de ordem, disciplina e obediência. Aquele que sabe obedecer, que possui espírito de equipe, que acredita realmente na Lei, é o que poderá, com maior êxito, ser bom dirigente. A obediência aos nossos Estatutos, Regimentos e Declaração de Princípios é o que traz a ordem, a paz, a união, e faz a grandeza de nossa ASCOFAN.
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